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sábado, 11 de maio de 2013

Os Caçadores da Arca Perdida (8)


"Os Caçadores da Arca Perdida" é um filme de 1981 e é o primeiro filme da série com Indiana Jones. 
Foi escrito e produzido por George Lucas, dirigido por Steven Spielberg e estrelado pelo o ator Harrison Ford, que se firmou como astro a partir deste filme. 
Inicialmente, o ator Tom Sellek havia sido convidado para fazer Indiana Jones, mas não foi liberado pelo Estúdio Universal, para quem estava fazendo a série de televisão Magnum. Sorte de Ford, azar de Sellek.

Indiana Jones foi uma ideia de Spielberg e Lucas para homenagear os seriados antigos, os chamados Filmes B, das décadas de 1940 e 1950.
 
Indiana é como um super herói que tem duas identidades , não é sempre assim?
Quando é um professor, usa terno, colete, gravata borboleta e óculos de aro, leciona em uma Universidade e é o Dr. Jones. 
Quando parte para suas aventuras a caça de tesouros usa chapéu, blusão de couro, um chicote na cintura, é corajoso e é Indiana Jones.  


Filmes B

Os chamados "Filmes B" foram filmes de aventura, produzidos nas décadas de 1940 e 1950, com baixos orçamentos e exibidos em 12 a 15 capítulos nos grandes cinemas, geralmente aos sábados, antes da apresentação dos filmes principais.
Lembre que nestes anos ainda não havia televisão e estes seriados, que tinham episódios de cerca 30 minutos, foram grandes sucessos de público, principalmente o juvenil.
Os Perigos de Nioka - 1942
Lash La Rue

Spielberg e Lucas reconhecem a influência dos seriados B em suas carreiras como cineastas e também no roteiro de Indiana Jones.
Seriados como "Os Perigos de Nyoka" de 1942 e filmes estrelados pelo ator Lash La Rue, que sempre usava um chicote com arma, são exemplos desta influência.




As atrizes de Indiana Jones

Cada filme da trilogia teve uma atriz diferente como par romântico de Indiana: Karen Allen foi a primeira, depois Kate Capshaw e finalmente Alison Doody. Kate Allen voltaria no quarto filme em 2008.

Spielberg

"Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida" é o 2o.
filme do diretor Steven Spielberg na lista dos "Os Filmes que eu vi...vi".   
Para fazer Indiana, o diretor que nunca escondera sua admiração pelos filmes de James Bond, resolveu prestar uma homenagem a famoso agente secreto. Cada filme da trilogia se inicia com uma sequência que não tem relação com o roteiro principal, como sempre ocorre nos filmes de 007.
Spielberg também convidou o ator Sean Connery, o mais famoso James Bond, para atuar como pai de Indiana Jones no 3o. filme da série "Indiana Jones e a Última Cruzada".

Os filmes da série

Indiana Jones é uma trilogia realizada na década de 1980, sempre produzidos por George Lucas, dirigidos por Steven Spielberg e estrelados por Harrison Ford. Os filmes sã0:
- Os Caçadores da Arca Perdida (1981)
- Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)
- Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)
 

Em 2008, o mesmo trio resolveu fazer uma continuação "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", mas apesar de muito esperado, acabou sendo uma decepção para o público e crítica.

A Arca da Aliança

A Arca da Aliança, segundo a Bíblia, foi feita por ordem de Moisés para guardar as tábuas dos Dez Mandamentos e outros objetos sagrados. De acordo com as Escrituras, foi o profeta Jeremias o responsável por esconder a Arca, achando que os hebreus, o povo escolhido, não se mostrou merecedor de conhecer os segredos de Deus. 

Sinopse


Em 1936, o Serviço Secreto Americano ao descobrir que Adolf Hitler tem interesse em encontrar a Arca da Aliança para uso bélico, contrata o famoso arqueólogo Indiana Jones para ir ao Egito, com a a ajuda de uma ex-namorada, para encontrar a arca, antes dela cair nas mãos dos nazistas.

Minha cena


A primeira cena, com 12 minutos, é eletrizante e apresenta pela primeira vez Indiana Jones, mostrando o que esperar do famoso arqueólogo aventureiro. 
Na América do Sul, Indiana está atrás de um famoso ídolo indígena de ouro e para encontrá-lo tem que entrar num templo abandonado repleto de perigos, culminando com uma enorme pedra rolando em sua direção. Pura ação e aventura.

A Frase do Filme 

Cobras! Porque tinham que ser cobras?
Indiana Jones, ao cair na tumba onde está a Arca da Aliança (o  ponto vulnerável do herói é o contato com cobras).





Trailer


Música do Filme 

A música do filme foi composta pelo maestro John Williams, que sempre acompanha Steven Spielberg e foi um enorme sucesso na época de seu lançamento.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

E o Vento Levou (7)


"E o Vento Levou" é um filme de 1939, dirigido por Victor Fleming e é considerado o clássico dos clássicos da era de ouro de Hollywood.
Sucesso de crítica e de público, "E o Ventou Levou" continua sendo o filme mais famoso e visto de todos os tempos e é o maior exemplo da técnica, do refinamento, do luxo e das grandes estrelas de uma época maravilhosa do cinema americano.
Nada supera "E o Vento Levou", mesmo após décadas o filme continua vibrante com sua estória e personagens inesquecíveis, que se transformaram em lenda no universo cinematográfico,
O livro homônimo escrito pela sulista Margaret Mitchel foi um grande sucesso nas livrarias desde o seu lançamento em 1936 e vencedor do Prêmio Pulitzer. Quando o produtor David O'Selznick anunciou que levaria a estória para o cinema, houve uma verdadeira comoção nos Estados Unidos, principalmente para adivinhar quem faria os papeis dos personagens principais Reth Butler e Scarlet O'Hara.

Clark Gable

Desde o início não havia dúvidas, Clark Gable seria o escolhido para fazer Reth Butler, o herói cínico e apaixonado por Scarlet. Afinal, a própria autora do livro havia dito que escreveu o personagem pensando em Gable, que era na época o mais famoso astro de Hollywood, apelidado de "The King" tamanho o seu sucesso nas telas.
No entanto Selznick teve dois grandes problemas para ter Gable para o papel. 
Primeiro que a MGM que tinha um contrato de exclusividade com o ator, o que era normal na época para os grandes astros, não queria liberá-lo e só o fez quando conseguiu o acordo de distribuição do filme para todo o mundo.
O segundo problema foi com o próprio Gable que estava relutante em aceitar o papel, principalmente pela parte da estória onde o personagem Reth Butler chorava, o que acreditava poderia expor sua imagem perante o público feminino.
Felizmente a experiência e a insistência de Selznick contornaram os entraves e Clark Gable acabou fazendo Reth Butler, que foi o maior e mais importante personagem de toda sua carreira e o tornou imortal.   


Vivien Leigh

Com Scarlet O'Hara foi diferente, após entrevistar cerca de
1400 atrizes, Selznick não conseguia achar quem faria o papel. Grandes atrizes de Hollywood como Bete Davis, Joan Crawford, Paulette Godard e tantas outras não conseguiram agradar o produtor, que se viu obrigado a iniciar as filmagens sem ter a atriz e assim evitar mais atrasos na produção.
Quando a famosa cena do incêndio de Atlanta estava sendo filmada, com Clark Gable e uma dublê fazendo Scarlet, o irmão de Selznick entrou correndo e gritando: "... achei, encontrei a nossa Scarlet".

Ele falava de Vivien Leigh, uma desconhecida atriz britânica, que viera aos Estados Unidos visitar seu marido, o ator Laurence Olivier que estava filmando uma outra produção de Selznick.

Vivien foi rapidamente incorporada ao elenco, tendo inclusive que ter aulas do inglês falado no sul dos Estados Unidos para disfarçar seu sotaque britânico.


O sucesso 

Avant Premier em Atlanta, 1939
"E o Vento Levou" estreou em Atlanta, Georgia, cenário da estória, em 15 de Dezembro de 1939 e 74 anos após a sua realização o filme é o campeão absoluto de bilheteria em número de espectadores com a incrível marca de mais de 202 milhões de ingressos vendidos, superando em público o filme Avatar, campeão de arrecadação. 
O produtor David Selznick depois continuou procurando outros roteiros onde pudesse repetir o sucesso, sendo sua última produção o remake de "Adeus às Armas", de 1957, que foi um fracasso de bilheteria.


Os Prêmios

Hattie McDaniel, Oscar de Atriz Coadjuvante
Vivien e o Produtor Selznick no Oscar
Indicado para 13 Oscars, "E o Vento Levou" ganhou 8 estatuetas incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Victor Fleming), Melhor Atriz (Vivien Leigh), Melhor Roteiro Adaptado (Sidney Howard), Melhor Direção de Arte (Lyle R. Wheeler), Melhor Fotografia (Ernest Haller e Ray Rennahan), Melhor Montagem (Hal C. Kern) e Melhor Atriz Coadjuvante para Hattie McDaniel, que foi o primeiro Oscar concedido para um artista negro na história do Prêmio. 
A injustiça ficou para Clark Gable, que apesar de indicado, acabou perdendo para Robert Donat por "Adeus Mr. Chips", por acaso alguém lembra do ator ou do filme? Coisas que só acontecem no Oscar. 

Sinopse

A estória do "Velho Sul" e de Scarlet O'Hara, filha de um rico fazendeiro escravagista no Sul dos Estados Unidos, que tem a vida completamente arrasada pela Guerra da Secessão Americana. 
Neste cenário, Scarlet vai ter que demonstrar toda a sua coragem e determinação para sobreviver, ter de volta tudo que perdeu e ainda tentar conquistar seu grande amor Ashley Wilkes, mas acaba se envolvendo com o rico aventureiro Reth Butler.


A frase do Filme

"E o Vento Levou" tem a frase que é considerada a mais famosa de toda a história do cinema. Dita por Reth Buttler a Scarlett O'Hara, que é muito melhor no próprio inglês:

- Frankly, my dear, I don't give a dam




Minha Cena

"E o Vento Levou" é repleto de cenas memoráveis, o que torna difícil a escolha, mas uma das minhas favoritas está no final da 1a. parte. Na época, por ser um longa metragem com quase 4 horas, o filme, tinha um intervalo de 15 minutos.
Na cena, Scarlet retorna a Tara, a fazenda de sua família, que está totalmente destruída pela guerra. Faminta e desesperada ela faz o juramento que ainda que tenha que roubar, matar, trapacear ou mentir, ela nunca mais irá passar fome. 
Ao fundo o crepúsculo laranja característico do filme com a música tema de Max Steiner. 
Para ver a cena acesse: http://www.youtube.com/watch?v=OJhAjSnDpTo

Trailer 

Oficial

Lançamento em Blue Ray e DVD




sábado, 4 de maio de 2013

Moscou contra 007 (6)


O filme "Moscou contra 007" é a segunda aventura de James Bond no cinema. Realizado em 1963, foi estrelado pelo o ator escocês Sean Connery e é o melhor de todos os filmes do mais famoso agente secreto do cinema.

Baseado na novela do britânico Ian Fleming, os produtores resolveram fazer a sequência do primeiro filme, "O Satânico Dr. No", realizado em 1962, quando souberam que o então Presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, havia declarado ser fã dos livros de 007.

"Moscou Contra 007" foi um grande sucesso de público e de crítica e consolidou a série, que acabou sendo a de mais longa e famosa da história do cinema, atingindo em 2013 a marca de 27 filmes com o personagem James Bond.  

Sean Connery   

Sean Connery como 007
Sean Connery fez seis filmes como James Bond. É considerado o melhor interprete do famoso agente, principalmente pela forma refinada, elegante e bem humorada que deu ao personagem, totalmente diferente de Daniel Craig, o último 007, que se assemelha mais ao estilo de Rambo e Duro de Matar. 
Após ter feito cinco filmes como Bond: "O Satânico Dr. No", "Moscou Contra 007", "007 Contra Goldfinger", "007 Contra a Chantagem Atômica" e "Com 007 Só Vive Duas Vezes", Connery anunciou que não mais faria o papel do agente. 
Substituído pelo ator George Lazemby no fracasso que foi "007 A Serviço Sua Majestade", teve que voltar para salvar a série na produção seguinte "Os Diamantes São Eternos".

Sinopse 

Bond e o vilão Donald "Red" Grant (Robert Shaw)
Para obter uma máquina decodificadora soviética, o agente  007, que tem licença para matar, é escalado pelo Serviço Secreto Britânico para ir a Istambul. Lá acaba se envolvendo com uma linda russa funcionária da embaixada soviética e com a maléfica organização Espectro, que planeja matar Bond.

Os vilões

Além do vilão interpretado pelo ator Robert Shaw (Tubarão), "Moscou Contra 007" apresenta uma vilã que marcou a série, Rosa Klebb (interpretada por Lotte Lenya), a agente da organização terrorista Espectro e uma das únicas antagonistas femininas de James Bond que não se envolve emocionalmente com ele e que é encarregada de matá-lo.



É dela a frase que ficou famosa: "O treinamento é útil, mas nada substitui a experiência".

A música de James Bond

O tema que acompanha todos os filmes da série foi composto pelo inglês Monty Norman. Entretanto em cada filme uma nova música faz a abertura com os créditos.
 

A Frase de Bond 

Meu nome é Bond, James Bond


Trailer do Filme




quarta-feira, 1 de maio de 2013

O Senhor dos Anéis (5)



O Senhor dos Anéis, baseado no livro de J. R. R. Tolkien, é uma trilogia lançada nos anos de 2001, 2002 e 2003, com os episódios "A Sociedade do Anel", "As Duas Torres" e "O Retorno do Rei", dirigidos pelo neozelandês Peter Jackson.

O sucesso de O Senhor dos Aneis

Se o sucesso de um filme é medido peo público e pelos prêmios, então "O Senhor dos Anéis" foi um mega sucesso. Com custo total próximo a US$ 250 milhões, os três filmes arrecadaram a impressionante soma de US$ 2.9 bilhões e juntos ganharam 18 Oscars, incluindo o de Melhor Filme e de Melhor Diretor para a 3a. parte "O Retorno do Rei".
Em 2012, Peter Jackson voltou a Tolkien com a primeira parte do "O Hobbit, Uma Jornada Inesperada" que seguiu o sucesso da trilogia, rendendo mais de US$ 1 Bilhão.

Peter Jackson

Set do Condado dos Hobbits
Peter Jackson
Peter Jackson teve muito méritos na realização do filme. Inicialmente por acreditar que a estória pudesse ser filmada, considerando as desistências dos últimos 50 anos. Depois, por entender que o livro não poderia ser condensado em um único filme. Quando ainda buscava um produtor que aceitasse o projeto, Jackson apresentava o roteiro em duas partes, mas ninguém queria arriscar em uma estória de magos e elfos em uma época de filmes como Matrix. Por sorte, quando bateu as portas da New Line, recebeu a sugestão dos produtores de fazer o filme em três partes, na mesma sequência que o livro de Tolkien havia sido publicado. 
Em seguida, pela primeira vez na história do cinema, filmou as três sequências simultaneamente, lançando cada parte uma vez por ano, sempre no mês de Dezembro. 
Também, teve uma preocupação adicional com os sets de filmagem, que foram feitos na Nova Zelândia, chegando mesmo a levar um ano construindo uma vila real para ser o Condado dos hobbits.

Tolkien

John Ronald Reuel Tolkien (1892-1973) foi um professor e filólogo britânico e ficou conhecido mundialmente com a publicação do livro "O Senhor dos Anéis". Após ter escrito em 1937 o livro infanto juvenil "O Hobbit", como uma brincadeira para divertir seu filho e alcançando um sucesso inesperado na Inglaterra, Tolkien era seguidamente visitado por fãs à porta de sua casa que pediam por uma continuação.

Levou 12 anos escrevendo a sequência, que deixou de ser uma fantasia juvenil e se tornou uma estória épica em um mundo fantástico. O texto ficou pronto em 1949, mas os tamanho do livro não animava os editores que pediam para Tolkien um resumo de seu conteúdo. Uma carta de Tolkien ao seu editor autorizando a publicação de qualquer parte dos escritos, levou a ideia de publicar o livro em três partes o que foi feito em 1954 e 1955.
Mas que fique claro, "O Senhor dos Anéis" é um livro só e não uma trilogia.

Tolkien, que era um cientista de línguas, inventou vários idiomas completos para as diversas raças fictícias que povoam a Terra Media em "O Senhor dos Anéis". Como exemplo a língua quenya, o idioma falado pelos elfos, a mais nobre e bela das raças e que aparece em trechos do livro e do filme

Trecho em alfabeto Élfico inventado por Tolkien

Versão Estendida

Peter Jackson, um ano após o lançamento da versão da trilogia em DVD com 9 horas e 18 minutos, resolveu lançar uma versão estendida que no total teve 11 horas e 29 minutos, ou seja duas horas de cenas adicionais ao original que foi aos cinemas.

Abaixo um trecho dublado da versão estendida quando Aragorn confessa sua idade e sua descendência do povo dos homens Dúnedain vindos de Númenor, que era abençoado com vida longa.


O Herói 


Em uma saga épica como "O Senhor dos Anéis", a presença de grandes heróis é inevitável. 
Procuro pensar no entanto que um deles tem um lugar de destaque no universo fantástico de Tolkien: Sam ou Samwise Gangee, o fiel amigo e protetor de Frodo, o portador do Anel.  
Sam é um hobbit, um jardineiro de profissão. Como todos os hobbits é um pequenino, sua altura não ultrapassa um metro, mas o que lhe falta em tamanho e força, lhe sobra em coragem e determinação. E são estas virtudes que o farão decisivo na missão confiada a ele pelo mago Gandalf: acompanhar e proteger Frodo até a destruição do Anel.  
Até mesmo quando tudo parecia perdido é do confiante Sam o alento a Frodo:"Há algo de bom neste mundo Sr. Frodo.. e vale a pena lutar por isto". 
A última frase do livro "O Senhor dos Anéis" também é de Sam. Quando finalmente volta para o Condado, exclama à porta de sua casa: "É, aqui estou de volta". Fim do livro

Sinopse

Em Rivendell (Valfenda), a cidadela dos nobres Elfos, uma comitiva de nove membros é formada para levar o "Um Anel" para ser destruído nas profundezas da Montanha da Perdição e assim evitar que Sauron, o Senhor do Escuro, se fortaleça para a guerra que está por vir com os povos da Terra Media. 
Os nove membros que formam a Comitiva são os hobbits Frodo (o portador do Anel), Sanwise, Meriadoc e Peregrin, o mago Gandalf, os humanos Aragorn e Boromir, o anão Gimli e o elfo Legolas.

Minha Cena 

A grande batalha é finalmente vencida, Sauron é derrotado, o Um Anel foi destruído. É chegado o tempo do Rei, o tempo de Aragorn. Na cena, o Rei e sua futura Rainha Arwen, a princesa Elfa, homenageiam os hobbits Frodo, Sam, Meri e Perigrin, a partir do gesto de reverencia, seguidos por todos os convidados da celebração. 
É o início da Quarta Era da Terra Média.

A frase do Filme

             My precious!
                                                          Smiguel 






 A Música do Filme

o compositor canadense Howard Shore foi o responsável pela trilha sonora do filme. Já compôs a trilha de mais de 40 filmes, sendo a trilogia de "O Senhor dos Anéis" o seu trabalho mais notável, onde ganhou 3 Oscars.



Trailer O Retorno do Rei