Pesquisar este blog

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jurassic Park, o Parque dos Dinossauros (42)


"Jurassic Park, O Parque dos Dinossauros" (Jurassic Park) é um filme de 1993, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Sam Neil, Laura Dern, Jeff Goldblum e Richard Attenborough.
O maior sucesso financeiro de Spielberg com arrecadação de 1 Bilhão de dólares, Jurassic Park foi um marco no cinema, com efeitos especiais tão perfeitos, que se não soubéssemos que os dinossauros estavam extintos, daria para acreditar que eram reais nas tela. Nada foi tão grandioso até a sua época de lançamento e mais uma vez o diretor mostrou sua genialidade e criatividade. Os efeitos renderam ao filme o Oscar de Melhor Efeitos Especiais.
O faro de Spielberg para o sucesso é tão grande, que antes do lançamento do livro de Michael Crichton, ele adquiriu os diretos para filmagem pagando ao escritor 500 mil dólares, dando a ele participação na elaboração do roteiro. 
A música do filme foi composta, como sempre, por John Williams e é claro, muito linda, como todas as composições do maestro para Spielberg.
Jurassic Park teve duas outras continuações, o equivocado "O Mundo Perdido" do próprio Spielberg de 1997, uma disfarçada cópia de King Kong e em 2001 "Jurassic Park III", inferior ao primeiro, mas melhor do que a continuação. 
Em 2015 chegará uma nova continuação, "Jurassic World", que se passará 22 anos após o primeiro.

Sinopse

Um ambicioso empresário cria um inusitado parque temático, um parque que vai ter dinossauros vivos, clonados a partir do DNA extraído de insetos preservados em âmbar.
Quando começa a ter problemas com os investidores, resolve contratar dois especialistas para assegurar que o parque é seguro e pode ser inaugurado.
Mas brincar de Deus tem consequências serias e tudo começa dar errado.

Minha Cena

A cena de estreia do T-Rex é inesquecível, Spielberg cria um ambiente de pavor e de muita tensão. O que vemos é o homem sendo atacado pela Natureza e pela Máquina. No primeiro caso é o carnívoro dinossauro gigante e no segundo o carro que praticamente torna-se um inimigo quase vivo e que insiste em manter preso o garoto. Atente-se para a frase célebre do garoto Jimmy: "estamos de volta ao carro". 
Imperdível, para ver, rever e rever, uma aula de cinema.

A frase do Filme

"Detesto ter sempre razão!"

"Deus cria os dinossauros, Deus mata os dinossauros, Deus cria os homens, os homens matam Deus, os homens criam os dinossauros, os dinossauros comem o homem... e a mulher herda a Terra".
Ian Malcolm (o personagem interpretado por Jeff Goldblum)


Trailer


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Meia-noite em Paris (41)


 "Meia-noite em Paris(Midnight in Paris) é um filme de 2011, dirigido por Woody Allen e estrelado por Owen Wilson, Marion Cotillard e Rachel McAdams..
Woody Allen não pode faltar em nenhuma retrospectiva que trate de cinema, sua filmografia e contribuição são por demais expressivas para deixá-lo de fora. Ele não é unanimidade, mas seus filmes sempre chamam a atenção, confesso que não gosto de todos, mas alguns são realmente imperdíveis.
"Meia-noite em Paris" trás de volta o melhor do diretor, com um roteiro inteligente, premiado com o Oscar de Melhor Roteiro Original. O filme é repleto de piadas sutis, diálogos inteligentes e que sempre se encaixam perfeitamente na trama. De quebra, ainda tem Owen Wilson que está perfeito como o alter ego do próprio diretor.
Quanto a Paris, bem como Allen diz no filme: Paris de manhã é bonita, a tarde é charmosa, ao entardecer é encantadora e a meia-noite, bem a meia-noite Paris é mágica. Confira!

Woody Allen

A filmografia de Woody Allen é extensa, dirigiu mais de 50 longas, não assisti a todos, mas entre os que eu vi, além de "Meia-noite em Paris" recomendo "Annie Hall, Noivo Neurótico, Noiva Neurótica" de 1977, "Manhattan"de 1979, o fantástico "Zelig" de 1983 e finalmente o mais recente "Blue Jasmine" de 2013, com a maravilhosa Cate Blanchet.
Allen recebeu várias indicações para o Oscar de Melhor Diretor e acabou levando a estatueta em 1977 por Annie Hall. Não compareceu em nenhuma premiação, com exceção do Oscar de 2002, após a tragédia do World Trade Center em New York, que segundo ele mesmo foi uma forma de homenagear a sua cidade.  

Paris

Audrey Hepburn em Cinderela em Paris
Não tenho certeza, mas acho que Paris, junto com Nova York e San Francisco são as cidades que tem mais filmes na história.
Alguns para não perder: "Sinfonia de Paris" de 1951, musical com Gene Kelly, "Moulin Rouge" de 2001 com Nicole Kidman, "O Corcunda de Notre Dame", animação de 1996 da Disney, "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" de 2001 com Audrey Tautou, "Cinderela em Paris" de 1957 com Audrey Hepburn. Confira todos!


Sinopse

Um frustrado roteirista de filmes vai para a Paris junto com sua noiva. Todas as noites, quando sai para passear sob o encanto da cidade, seu desejo de ser um grande escritor se reacende e coisas incríveis começam a acontecer com ele.

A frase do Filme


"É inacreditável, não existe cidade igual a esta no mundo"
Gil Pender, o personagem de Owen Wilson 




Trailer


terça-feira, 26 de novembro de 2013

De Volta para o Futuro (40)




 
"De Volta para o Futuro(Back to the Future) é um filme de 1985 dirigido por Robert Zemeckis e estrelado por Michael J. Fox e Chistopher Lloyd.
Com produção de Steven Spielberg, foi o maior sucesso de 1985 e um marco na carreira de Robert Zemeckis, que anos mais tarde viria a fazer "Forrest Gump". A estória, que aparentemente é um tanto juvenil, acabou tendo alguns problemas pelo suposto quase incesto que trata o roteiro, quando a mãe ainda jovem se apaixona pelo filho que volta ao passado. Mas isso não tem sentido, não era esse o objetivo do roteiro. O melhor é que o filme acabou se tornando um sucesso de todas as idades e uma franquia com duas sequências (dispensáveis), diversão em parques temáticos, jogos de computador, brinquedos, etc.
Foi o maior sucesso da carreira de Michael J. Fox, que não foi a primeira escolha para o papel, já que na época estava em uma série de televisão. O ator teve sua carreira interrompida aos 37 anos quando descobriu estar com a grave doença do Mal de Parkinson.
Curiosidade: no filme, a máquina do tempo projetada em um carro esportivo, foi originalmente concebida para ser uma geladeira. Zemeckis mudou de ideia por temer que crianças pudessem se trancar em um refrigerador tentando viajar no tempo. 
Não dá para não gostar do filme, a mistura mágica de viagem no tempo e os famosos anos dourados da década de 50 fascinaram o público e transformaram o filme em cult, quase um clássico. Imperdível.

Sinopse

Um cientista, um tanto maluco, adapta um carro DeLorean para ser uma máquina do tempo. Acidentalmente o jovem Marty McFly entra no carro e vai parar na década de 50, onde vai conhecer seus pais ainda jovens e solteiros. Os acontecimentos podem mudar o futuro e até impedir seu nascimento, o que torna a aventura um tanto perigosa.

Minha cena 

Marty acaba de se transportar para o passado e entra numa típica lanchonete dos anos 50, oque já demostra o clima de nostalgia que o filme vai proporcionar.
Lá encontra George McFly, aquele que seria seu pai no futuro em uma discussão com o valentão da cidade.


A frase do filme

“Estradas? Para onde vamos não precisamos de estradas”

Dr.  Emmet Brown (Christopher Lloyd)


Trailer

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Apocalypse Now (39)


"Apocalypse Now" (Apocalypse Now) é um filme de 1979 dirigido por Francis Ford Coppola e estrelado por Marlon Brando, Robert Duvall e Martin Sheen.
Baseado no livro "O Coração das Trevas" de Joseph Conrad, "Apocalypse Now", realizado após "O Poderoso Chefão Parte I e II", apesar de ainda ter o diretor em grande forma, não teve o resultado pretendido para a época e o filme não fez o sucesso esperado.
Coppola teve muitos mais problemas que em qualquer outra produção, o diretor inclusive chegou a declarar que teve vontade de se suicidar. Um furação atingiu e destruiu o set de filmagens nas Filipinas, Martin Sheen teve um enfarto e atrasou tudo, cogitou-se de substitui-lo, mas Coppola preferiu esperar. Já Marlon Brando, que havia engordado muito, exigiu que somente seu rosto fosse mostrado. Tudo isso levou a um atraso de três anos no lançamento de "Apocalypse Now", que acabou não estourando nas bilheterias. 
Coppola usou a música "The End" do The Doors como uma forma de homenagear Jim Morrison, com quem havia estudo na faculdade.   
Confesso que na época não gostei do filme, achei arrastado, escuro, quase entendiante. Hoje, no entanto, tenho certeza que estava enganado, "Apocalypse Now" é real, crítico e mostrou ao mundo o horror que foi a Guerra do Vietnã nos próprios campos de batalha do país asiático, enquanto, outros filmes como "Amargo Regresso" de Hal Ashby (1978) e "Taxi Driver" do diretor Martin Scorcese (1976) mostraram esse mesmo horror, porém após a guerra. 
Mesmo não estando no mesmo nível de "O Poderoso Chefão" não perca ou deixe de rever.

Sinopse

Durante a Guerra do Vietnã, um coronel do exercito americano (Brando) deserta e forma seu próprio exercito de guerrilha na selva do Camboja. 
O Alto Comando do Exercito decide enviar um Capitão (Sheen) para matar o Coronel em plena selva. 
No seu trajeto, o Capitão vai se deparar com o horror, crueldade e absurdos que qualquer guerra provoca.


Minha Cena
A  cena mais famosa e bela do filme é a do ataque de helicópteros, demonstrando o poder bélico dos americanos, que se mostraria inútil frente a determinação dos vietcongues. 
Tudo ao som da obra prima de Richard Wagner, A Cavalgada da Valquírias.

A frase do Filme

"Eu adoro o cheiro de nalpam pela manhã"
Tenente-Coronel Bill Kilgore (Robert Duvall)


Trailer


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Sintonia de Amor (38)


"Sintonia de Amor" (Sleepless in Seattle) é um filme de 1993 dirigido por Norma Ephron e estrelado por Tom Hanks e Meg Ryan.
Empire State Building
É a melhor e mais famosa comédia romântica da década de 90, bem ao estilo sofisticado dos famosos filmes do gênero feitos em Hollywood nos anos 50. 
O filme é uma clara dedicação de amor ao clássico "Tarde demais para esquecer" (An affair to remember) dirigido por Leo Carey e estrelado por Gary Grant e Deborah Kerr. Como no clássico de 1957, "Sintonia de Amor" tem como ponto de referencia o edifício Empire State em New York, que é decisivo nas duas estórias. 
É impossível não se emocionar, pelos menos os românticos não se aguentam. 
O roteiro, além de inteligente e agradável, tem uma curiosidade inteligente, apesar de ser uma estória de amor, da busca pela felicidade por duas pessoas solitárias, Hanks e Ryan, o casal principal aparecem juntos menos de cinco minutos em toda a duração do filme. 
O filme traz ainda um repertorio de músicas famosas incluindo "As time goes by" com Jimmy Durante, "A kiss to build a dream" com Louis Armstrong e "Stardust" com Nat King Cole. Direto para os românticos. 

Sinopse
 

Sam (Hanks), um jovem e prematuro viúvo, que vive em Seatlle, é surpreendido pelo filho que liga para um programa de rádio a procura de uma namorada para o pai.  Em New York, Annie (Ryan), uma jovem que está noiva prestes a casar, dirigindo seu carro de volta para casa, ouve o programa e se convence que seu destino tem a ver com aquele pai solitário.

A frase do Filme 

- Posso dar uma olhada? Eu ia encontrar alguém, não deve estar lá, mas se eu não olhar, sempre terei dúvidas.
Annie para o guarda da portaria do Empire State tentando subir no topo do Edifício, que já fechou para visitas.


Minha Cena 


Como em todos os filmes, o clímax ocorre na cena final, quando finalmente Sam encontra Annie no topo do Edifício Empire State, tudo isso com a cumplicidade dos seguranças do prédio, o que seria impossível nos amedrontados e assustadores dias atuais. 
Inesquecível, como nos velhos tempos de Hollywood. 

Trailer