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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Duro de Matar (10)


"Duro de Matar" (Die Hard) é um filme de 1988, dirigido pelo especialista em filmes de ação John McTiernan e estrelado por Bruce Willis.
Bruce Willis, então um ator de televisão e que atuava na série "A Gata e o Rato", a partir de "Duro de Matar" se transformou em um grande astro de Hollywood, estrelando mais de 50 filmes, alguns de bastante sucesso como "O Sexto Sentido", "Corpo Fechado" e "O Chacal". 
"Duro de Matar" está entre os melhores filmes de ação já realizados. Foi baseado em uma estória de Roderick Thorp de 1970 e tem roteiro ágil e inteligente, assinados por Steven Souza e Jeb Stuart, que garante a diversão e atenção do expectador. Ação e suspense se revesam continuamente, aliado a bons efeitos visuais para a época. Tem uma música perfeita para um filme do gênero, que foi composta por Michael Kamen e ainda ótimas interpretações de Alan Rickman que faz o líder terrorista e Reginald VelJohnson que interpreta o policial Sargento Powell.
Portanto, pegue a pipoca e divirta-se assistindo ou revendo "Duro de Matar". 

A franquia Duro de Matar

John MacLane e o Capitão Lorenzo
Bruce Willis estrelou mais quatro sequências como John McLane. Com exceção do bom "Duro de Matar 2", onde o perigo vem de outro bando de terroristas que toma um aeroporto em Washington, as demais sequências são muito ruins e totalmente dispensáveis.
Em Duro de Matar 2, o destaque vai para Dennis Franz que faz o trapalhão Capitão Lorenzo, chefe da segurança do aeroporto. É dele a frase, em meio aos ataques dos terroristas: "Alguém viu McLane?" Hilário. 


Sinopse



John McClane é um policial de New York que vai a Los Angeles para uma festa de fim de ano no local de trabalho de sua mulher, no edifício Nakatomi Plaza, sede de uma gigantesca multinacional japonesa. Lá acaba se envolvendo em um ataque de um suposto grupo terrorista que faz todos os convidados como reféns. Ação, ação e muita ação.

A frase do filme 

"Ho, Ho, Ho, agora eu tenho uma arma"
frase de John McLane escrita em um dos terroristas morto dentro de um elevador.

Minha cena

John McLane está levando vantagem em sua luta solitária com os terroristas dentro do Nakatomi Plaza. O chefe do bando, Hans Gruber resolve tentar achar uma mochila com explosivos e acaba dando de cara com o policial. McLane não sabe que Hans é o terrorista, confundindo-o inicialmente com um dos convidados da festa.


As músicas do filme

Além do tema "Die Hard", composto por Michael Kamen especialmente para o filme, "Duro de Matar" ainda tem duas músicas muito conhecidas: a "Nona Sinfonia" de Beethoven e o famoso tema natalino "Let it Snow"

Trailer




domingo, 12 de maio de 2013

Toy Story (9)



"Toy Story" é um filme de 1995, dirigido por John Lasseter e é o primeiro longa metragem em desenho animado feito pelo Estúdios Pixar por computação gráfica.

Distribuído pela Disney, o filme foi um grande sucesso de bilheteria e de crítica, surpreendendo a todos pela qualidade das imagens em computação gráfica e mudou para sempre a indústria cinematográfica do desenho animado.

A voz do personagem principal, o xerife Woody, foi feita pelo ator Tom Hanks, o que deu ainda maior credibilidade ao projeto considerando a fama do ator que tinha recebido seguidamente em 1993 e 1994 o Oscar de Melhor Ator pela atuação em "Filadélfia" e "Forrest Gump".
Já o companheiro de Woody, o herói espacial Buzz Lightyear, teve a voz do comediante Tim Allen.

Toy Story teve duas continuações, Toy Story 2 e Toy Story 3, que acompanha o crescimento do menino Andy até ele ir para a universidade, onde finalmente ele tem que tomar a decisão do que fazer com seus antigos e amados brinquedos. É em Toy Story 3 a frase hilária e inesquecível quando os brinquedos estão "ameaçados" de irem parar dentro de uma caixa no sótão da casa de Andy: "O sótão não é tão ruim assim, o pessoal do presépio é muito bacana". Quanta imaginação, afinal Toy Story é isso: muita imaginação em um mundo que é de verdade quando somos crianças, que pena ser somente enquanto somos crianças.

Pixar

A empresa começou com uma divisão da Lucasfilm de George Lucas e foi comprada em 1986 por US$ 10 milhões por Steve Jobs, cofundador da Apple. Batizada como Pixar, uma combinação da palavra "pixels" e da palavra "art", a empresa foi novamente vendida em 2006, desta vez para o os Estúdios Disney, por US$ 7.4 Bilhões. Com a transação, Steve Jobs se transformou no maior acionista individual da Disney. 
Desde sua criação, a Pixar produziu as seguintes animações em longa metragem:
    1995- Toy Story
    1998 - Vida de Inseto
    1999 - Toy Story 2
    2001 - Monstros S/A
    2003 - Procurando Nemo 
    2004 - Os Incríveis
    2006 - Carros
    2007 - Ratatouille
    2008 - Wall-E
    2009 - Up
    2010 - Toy Story 3
    2011 - Carros 2 
    2012 - Brave

    John Lasseter

    O grande responsável artístico da Pixar John Lasseter foi o pioneiro na animação por computador e é o criador de Toy Story, que é a maior franquia da Pixar. 
    A partir de 2006, após a compra da Pixar pela Disney, Lasseter assumiu a direção criativa dos estúdios de animação da companhia.

    Sinopse 


    Os brinquedos tem vida quando os humanos não estão olhando e é assim na casa do menino Andy. Seu brinquedo  favorito é o xerife Woody, um cowboy de pano, mas tudo vai mudar quando o menino ganha de presente o patrulheiro espacial Buzz Lightyear. A chegada de Buzz vai provocar uma série de novas aventuras com todos os brinquedos da casa.


    A frase do filme 

     
    Ao infinito e além 
                          Buzz Lightyear





    A música de Toy Story

    Composta por Randy Newman, a música "You've Got a Friend in Me" concorreu ao Oscar de Melhor Canção.


    sábado, 11 de maio de 2013

    Os Caçadores da Arca Perdida (8)


    "Os Caçadores da Arca Perdida" é um filme de 1981 e é o primeiro filme da série com Indiana Jones. 
    Foi escrito e produzido por George Lucas, dirigido por Steven Spielberg e estrelado pelo o ator Harrison Ford, que se firmou como astro a partir deste filme. 
    Inicialmente, o ator Tom Sellek havia sido convidado para fazer Indiana Jones, mas não foi liberado pelo Estúdio Universal, para quem estava fazendo a série de televisão Magnum. Sorte de Ford, azar de Sellek.

    Indiana Jones foi uma ideia de Spielberg e Lucas para homenagear os seriados antigos, os chamados Filmes B, das décadas de 1940 e 1950.
     
    Indiana é como um super herói que tem duas identidades , não é sempre assim?
    Quando é um professor, usa terno, colete, gravata borboleta e óculos de aro, leciona em uma Universidade e é o Dr. Jones. 
    Quando parte para suas aventuras a caça de tesouros usa chapéu, blusão de couro, um chicote na cintura, é corajoso e é Indiana Jones.  


    Filmes B

    Os chamados "Filmes B" foram filmes de aventura, produzidos nas décadas de 1940 e 1950, com baixos orçamentos e exibidos em 12 a 15 capítulos nos grandes cinemas, geralmente aos sábados, antes da apresentação dos filmes principais.
    Lembre que nestes anos ainda não havia televisão e estes seriados, que tinham episódios de cerca 30 minutos, foram grandes sucessos de público, principalmente o juvenil.
    Os Perigos de Nioka - 1942
    Lash La Rue

    Spielberg e Lucas reconhecem a influência dos seriados B em suas carreiras como cineastas e também no roteiro de Indiana Jones.
    Seriados como "Os Perigos de Nyoka" de 1942 e filmes estrelados pelo ator Lash La Rue, que sempre usava um chicote com arma, são exemplos desta influência.




    As atrizes de Indiana Jones

    Cada filme da trilogia teve uma atriz diferente como par romântico de Indiana: Karen Allen foi a primeira, depois Kate Capshaw e finalmente Alison Doody. Kate Allen voltaria no quarto filme em 2008.

    Spielberg

    "Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida" é o 2o.
    filme do diretor Steven Spielberg na lista dos "Os Filmes que eu vi...vi".   
    Para fazer Indiana, o diretor que nunca escondera sua admiração pelos filmes de James Bond, resolveu prestar uma homenagem a famoso agente secreto. Cada filme da trilogia se inicia com uma sequência que não tem relação com o roteiro principal, como sempre ocorre nos filmes de 007.
    Spielberg também convidou o ator Sean Connery, o mais famoso James Bond, para atuar como pai de Indiana Jones no 3o. filme da série "Indiana Jones e a Última Cruzada".

    Os filmes da série

    Indiana Jones é uma trilogia realizada na década de 1980, sempre produzidos por George Lucas, dirigidos por Steven Spielberg e estrelados por Harrison Ford. Os filmes sã0:
    - Os Caçadores da Arca Perdida (1981)
    - Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)
    - Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)
     

    Em 2008, o mesmo trio resolveu fazer uma continuação "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", mas apesar de muito esperado, acabou sendo uma decepção para o público e crítica.

    A Arca da Aliança

    A Arca da Aliança, segundo a Bíblia, foi feita por ordem de Moisés para guardar as tábuas dos Dez Mandamentos e outros objetos sagrados. De acordo com as Escrituras, foi o profeta Jeremias o responsável por esconder a Arca, achando que os hebreus, o povo escolhido, não se mostrou merecedor de conhecer os segredos de Deus. 

    Sinopse


    Em 1936, o Serviço Secreto Americano ao descobrir que Adolf Hitler tem interesse em encontrar a Arca da Aliança para uso bélico, contrata o famoso arqueólogo Indiana Jones para ir ao Egito, com a a ajuda de uma ex-namorada, para encontrar a arca, antes dela cair nas mãos dos nazistas.

    Minha cena


    A primeira cena, com 12 minutos, é eletrizante e apresenta pela primeira vez Indiana Jones, mostrando o que esperar do famoso arqueólogo aventureiro. 
    Na América do Sul, Indiana está atrás de um famoso ídolo indígena de ouro e para encontrá-lo tem que entrar num templo abandonado repleto de perigos, culminando com uma enorme pedra rolando em sua direção. Pura ação e aventura.

    A Frase do Filme 

    Cobras! Porque tinham que ser cobras?
    Indiana Jones, ao cair na tumba onde está a Arca da Aliança (o  ponto vulnerável do herói é o contato com cobras).





    Trailer


    Música do Filme 

    A música do filme foi composta pelo maestro John Williams, que sempre acompanha Steven Spielberg e foi um enorme sucesso na época de seu lançamento.


    quarta-feira, 8 de maio de 2013

    E o Vento Levou (7)


    "E o Vento Levou" é um filme de 1939, dirigido por Victor Fleming e é considerado o clássico dos clássicos da era de ouro de Hollywood.
    Sucesso de crítica e de público, "E o Ventou Levou" continua sendo o filme mais famoso e visto de todos os tempos e é o maior exemplo da técnica, do refinamento, do luxo e das grandes estrelas de uma época maravilhosa do cinema americano.
    Nada supera "E o Vento Levou", mesmo após décadas o filme continua vibrante com sua estória e personagens inesquecíveis, que se transformaram em lenda no universo cinematográfico,
    O livro homônimo escrito pela sulista Margaret Mitchel foi um grande sucesso nas livrarias desde o seu lançamento em 1936 e vencedor do Prêmio Pulitzer. Quando o produtor David O'Selznick anunciou que levaria a estória para o cinema, houve uma verdadeira comoção nos Estados Unidos, principalmente para adivinhar quem faria os papeis dos personagens principais Reth Butler e Scarlet O'Hara.

    Clark Gable

    Desde o início não havia dúvidas, Clark Gable seria o escolhido para fazer Reth Butler, o herói cínico e apaixonado por Scarlet. Afinal, a própria autora do livro havia dito que escreveu o personagem pensando em Gable, que era na época o mais famoso astro de Hollywood, apelidado de "The King" tamanho o seu sucesso nas telas.
    No entanto Selznick teve dois grandes problemas para ter Gable para o papel. 
    Primeiro que a MGM que tinha um contrato de exclusividade com o ator, o que era normal na época para os grandes astros, não queria liberá-lo e só o fez quando conseguiu o acordo de distribuição do filme para todo o mundo.
    O segundo problema foi com o próprio Gable que estava relutante em aceitar o papel, principalmente pela parte da estória onde o personagem Reth Butler chorava, o que acreditava poderia expor sua imagem perante o público feminino.
    Felizmente a experiência e a insistência de Selznick contornaram os entraves e Clark Gable acabou fazendo Reth Butler, que foi o maior e mais importante personagem de toda sua carreira e o tornou imortal.   


    Vivien Leigh

    Com Scarlet O'Hara foi diferente, após entrevistar cerca de
    1400 atrizes, Selznick não conseguia achar quem faria o papel. Grandes atrizes de Hollywood como Bete Davis, Joan Crawford, Paulette Godard e tantas outras não conseguiram agradar o produtor, que se viu obrigado a iniciar as filmagens sem ter a atriz e assim evitar mais atrasos na produção.
    Quando a famosa cena do incêndio de Atlanta estava sendo filmada, com Clark Gable e uma dublê fazendo Scarlet, o irmão de Selznick entrou correndo e gritando: "... achei, encontrei a nossa Scarlet".

    Ele falava de Vivien Leigh, uma desconhecida atriz britânica, que viera aos Estados Unidos visitar seu marido, o ator Laurence Olivier que estava filmando uma outra produção de Selznick.

    Vivien foi rapidamente incorporada ao elenco, tendo inclusive que ter aulas do inglês falado no sul dos Estados Unidos para disfarçar seu sotaque britânico.


    O sucesso 

    Avant Premier em Atlanta, 1939
    "E o Vento Levou" estreou em Atlanta, Georgia, cenário da estória, em 15 de Dezembro de 1939 e 74 anos após a sua realização o filme é o campeão absoluto de bilheteria em número de espectadores com a incrível marca de mais de 202 milhões de ingressos vendidos, superando em público o filme Avatar, campeão de arrecadação. 
    O produtor David Selznick depois continuou procurando outros roteiros onde pudesse repetir o sucesso, sendo sua última produção o remake de "Adeus às Armas", de 1957, que foi um fracasso de bilheteria.


    Os Prêmios

    Hattie McDaniel, Oscar de Atriz Coadjuvante
    Vivien e o Produtor Selznick no Oscar
    Indicado para 13 Oscars, "E o Vento Levou" ganhou 8 estatuetas incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Victor Fleming), Melhor Atriz (Vivien Leigh), Melhor Roteiro Adaptado (Sidney Howard), Melhor Direção de Arte (Lyle R. Wheeler), Melhor Fotografia (Ernest Haller e Ray Rennahan), Melhor Montagem (Hal C. Kern) e Melhor Atriz Coadjuvante para Hattie McDaniel, que foi o primeiro Oscar concedido para um artista negro na história do Prêmio. 
    A injustiça ficou para Clark Gable, que apesar de indicado, acabou perdendo para Robert Donat por "Adeus Mr. Chips", por acaso alguém lembra do ator ou do filme? Coisas que só acontecem no Oscar. 

    Sinopse

    A estória do "Velho Sul" e de Scarlet O'Hara, filha de um rico fazendeiro escravagista no Sul dos Estados Unidos, que tem a vida completamente arrasada pela Guerra da Secessão Americana. 
    Neste cenário, Scarlet vai ter que demonstrar toda a sua coragem e determinação para sobreviver, ter de volta tudo que perdeu e ainda tentar conquistar seu grande amor Ashley Wilkes, mas acaba se envolvendo com o rico aventureiro Reth Butler.


    A frase do Filme

    "E o Vento Levou" tem a frase que é considerada a mais famosa de toda a história do cinema. Dita por Reth Buttler a Scarlett O'Hara, que é muito melhor no próprio inglês:

    - Frankly, my dear, I don't give a dam




    Minha Cena

    "E o Vento Levou" é repleto de cenas memoráveis, o que torna difícil a escolha, mas uma das minhas favoritas está no final da 1a. parte. Na época, por ser um longa metragem com quase 4 horas, o filme, tinha um intervalo de 15 minutos.
    Na cena, Scarlet retorna a Tara, a fazenda de sua família, que está totalmente destruída pela guerra. Faminta e desesperada ela faz o juramento que ainda que tenha que roubar, matar, trapacear ou mentir, ela nunca mais irá passar fome. 
    Ao fundo o crepúsculo laranja característico do filme com a música tema de Max Steiner. 
    Para ver a cena acesse: http://www.youtube.com/watch?v=OJhAjSnDpTo

    Trailer 

    Oficial

    Lançamento em Blue Ray e DVD